Grande Prémio de Romance e Novela da APE para Rui Cardoso Martins

O escritor e jornalista Rui Cardoso Martins acaba de ganhar o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE), no valor de 15 mil euros, atribuído ao romance Deixem Passar o Homem Invisível (Dom Quixote). Composto por José Correia Tavares, Eugénio Lisboa, Luís Mourão, Luísa Mellid-Franco, Pedro Mexia e Serafina Martins, o júri decidiu por maioria, depois de analisar as 85 obras concorrentes. O único voto vencido, do presidente do júri (Eugénio Lisboa), foi para o romance O Chão de Pardais, de Dulce Maria Cardoso (ASA).
Parabéns, Rui.



Comentários

3 Responses to “Grande Prémio de Romance e Novela da APE para Rui Cardoso Martins”

  1. isabel ribeiro on Setembro 14th, 2010 8:56

    Fica-se com água na boca na expectativa de ler “Deixem Passar o Homem Invisível” e o Rui CM bem que o merece. Não dispenso as suas crónicas semanais na Pública. Vou felicitá-lo… no FB. :)

  2. Afinal os prémios literários sempre servem para alguma coisa | Bibliotecário de Babel on Setembro 14th, 2010 11:28

    […] recentes isabel ribeiro em Marcar na agendaisabel ribeiro em Grande Prémio de Romance e Novela da APE para Rui Cardoso Martinsisabel ribeiro em Tempus fugitisabel ribeiro em Em memória de Natália CorreiaAllan Moraes de Sousa […]

  3. Maria Nunes on Setembro 14th, 2010 19:25

    Desde há algum tempo que venho seguindo as matérias do seu blogue. Gosto de o ler; no entanto ocorrem-me algumas dúvidas sobre a constituição dos júris e dos jurados de alguns prémios literários em Portugal. Ocorre-me que existe falta de ética e isenção, porque há uma espécie de promiscuidade nos cargos e nas funções, uns são em simultâneo escritores, membros de associações e entidades, editam, escrevem e votam, assim não me parece que haja imparcialidade. Será que este repto merece alguma atenção da sua parte?
    é que desconheço quem aborde esta matéria!
    Cumprimentos.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges