I Encontro Nacional de Dezedores de Poesia

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Amanhã e depois, a cidade de Praia da Vitória (ilha Terceira), acolhe o primeiro Encontro Nacional de Dezedores de Poesia, organizado pela Companhia Independente de Artes. Eu vou cobrir os debates e leituras para o Expresso, mas parto já hoje (quer dizer, daqui a nada) para os Açores.
Se no fim-de-semana virem por aqui imagens de prados e vaquinhas, não se espantem.



Comentários

5 Responses to “I Encontro Nacional de Dezedores de Poesia”

  1. Jonas on Setembro 4th, 2009 10:37

    “Dezedores”?
    É uma corruptela açoriana, ou é mesmo assim em todo o Portugal continental e ultramarino?

  2. Maria Almira Soares on Setembro 4th, 2009 11:02

    No Alentejo há a tradição dos «dezedores de décimas».

  3. Inês Ramos on Setembro 4th, 2009 12:37

    Que espectáculo!

  4. Maria on Setembro 4th, 2009 15:18

    Inveja 😉

  5. C on Setembro 4th, 2009 18:47

    Sô da província, do alentejo, e há dois dias a bem dezer que anda uma sacana duma voz no meu sentido a cochichar “vai à internet maria, vai à internet”, e eu quero lá saber da internet no meio de tantos afazeres!!!!!! Mas eu sou das que se escutam e lá fui.
    Vim.
    A estes sítios dos senhores esclarecidos, importantes, mais clarinhos c’os sacanas dos alentejanos são todos muita escuros . E até não fazemos por mal vejam lá, calhou-nos assim, as nossas santas mães, que deus as tenham, já eram moreninhas cor do carvão. Não sabemos falar, não sabemos e só fazemos figuras e eu ando a ver se aprendo aqui alguma coisa.
    Éi.
    Bem o sr. Silva tá nos Açores e aquilo dos dezedores atraíu-me, quero aqui também dezer que cá na minha terra todos os dias pensamos (certas manhens que agente acorda com o sr Nietsche no sentido) “o que não me mata, só me fortalece” e o outro, o português, que pertencia àquele sr. que não era 1 , era muitos. Um Ricardo qualquer, nome fino, Reis parece-me “Sê todo em cada coisa”, “põe quanto és no mínimo que fazes”. E ainda a minha máxima hoje aí p´rós dezedores “deixó-os pousar, deixó-os pousar, que a vida se há-de encarregar”.
    Desculpe lá sr. silva com esta me vou.
    Mari do Carmo

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges