Já não se fazem títulos assim

A Fenda acaba de editar, numa tradução de Miguel Serras Pereira (sucessora da que Manuel João Gomes fez para a &Etc em 1984), um livro de Denis Diderot quilometricamente intitulado Suplemento à viagem de Bougainville ou Diálogo entre A. e B. sobre o inconveniente de ligar ideias morais a certas acções físicas que as não comportam.
Bendito século XVIII.



Comentários

3 Responses to “Já não se fazem títulos assim”

  1. reis on Junho 30th, 2008 23:11

    ahah, muito bom.

  2. C on Julho 2nd, 2008 12:35

    Um pedido ao Pedro Mexia, (esperando que ele passe por aqui): Abra a sua caixa de comentários. É a única fora de haver ‘alguma troca’ entre os bloggers e os leitores. Não sou muito assídua mas gosto de alguns, uma dezena no meio de tantos bons; masculinos, femininos, de grupo e, às vezes entra-se só para dizer ‘que bonito’, uma ou outra gracinha. E e isso é bom. Acho eu. O seu género de posts não devia estar assim, murado. Vedado. Pois, há aquele aspecto do exagero, má criação, insulto pessoal, duro, puro e abusador. E alguém quer saber desses? E ou se responde à letra, ou se ignora ou se apaga que é um poder que lhe assiste. É.

  3. C on Julho 2nd, 2008 12:37

    Correcção: é a única forma.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges