Listas

São obrigatórias, não são? Então aqui vai:

LITERATURA ESTRANGEIRA

FICÇÃO PORTUGUESA

POESIA PORTUGUESA

  • A Faca Não Corta o Fogo, de Herberto Helder, Assírio & Alvim
  • A Terceira Mão, de Manuel Gusmão, Caminho
  • Quando Escreve Descalça-se, de Miguel-Manso, Trama
  • Mais Espesso que a Água, Luís Quintais, Cotovia
  • Vida Extenuada, Fátima Maldonado, & Etc
  • O Amante Japonês, de Armando Silva Carvalho, Assírio & Alvim
  • Comércio Tradicional, de Vítor Nogueira, Averno
  • Velhos, de Jorge Gomes Miranda, Teatro de Vila Real
  • Jukebox 2, de Manuel de Freitas, Teatro de Vila Real
  • A Mãe de Todas as Histórias, de José António Almeida, Averno

Uma escolha é uma escolha é uma escolha. E esta contempla, como é óbvio, apenas uma selecção dos livros efectivamente lidos por mim, de entre os publicados em 2008, o que explica desde logo as lacunas mais óbvias (por exemplo, a ausência de O Homem Sem Qualidades, de Musil, ou das Odes, de Horácio).



Comentários

3 Responses to “Listas”

  1. Paulo Alves on Janeiro 7th, 2009 0:57

    Falta o seu. Não devia ser tão (i)modesto.

  2. Grande Prémio do Conto APE para Teresa Veiga | Bibliotecário de Babel on Junho 2nd, 2009 13:58

    […] A Associação Portuguesa de Escritores acaba de atribuir o Grande Prémio de Conto “Camilo Castelo Branco” 2008, no valor de cinco mil euros (patrocínio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão), ao livro Uma Aventura Secreta do Marquês de Bradomín, de Teresa Veiga (Cotovia), autora que já ganhara este prémio em 1992, com História da Bela Fria. Do júri fizeram parte Clara Rocha, Fernando J. B. Martinho e Liberto Cruz. A decisão, tomada por unanimidade, é justíssima. Aliás, para mim, o livro em causa foi não só o melhor livro de contos português editado em 2008, mas o melhor livro de ficção nacional tout court, como assinalei aqui. […]

  3. venancio on Junho 4th, 2009 5:25

    Prémio justíssimo.

    Aliás, com “O Último Amante”, também na Cotovia, Teresa Veiga tinha já escrito um dos grandes livros da nossa ficção em muitos e muitos anos. Uma delícia que apetece sempre voltar a ler – mesmo que nunca se o faça, e fique só essa saudade dum encontro com a beleza em estado puro.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges