Livros da Quetzal que chegam hoje às bancas

São cinco. Dois deles novidades: A Infância É um Território Desconhecido, de Helena Vasconcelos, e Com os Holandeses, de J. Rentes de Carvalho. A que se juntam três reedições: Porno, de Irvine Welsh; Quatro Últimas Canções, de Vasco Graça Moura; e o belíssimo Breviário Mediterrânico, de Pedrag Matvejevitch.



Comentários

4 Responses to “Livros da Quetzal que chegam hoje às bancas”

  1. pois on Janeiro 27th, 2009 13:41

    Há outros livros de outras editoras a entrarem hoje no mercado. Porque não os refere a todos e apenas menciona os dessa editora?

  2. Ana on Janeiro 28th, 2009 3:06

    Conheci e entrevistei o Pedrag em Rimini em 1999, no âmbito do projecto ” Le Fil d’Arianne” subordinado ao tema da Identidade Nacional no dealbar da UE.
    A equipa do projecto era constituida adicionalmente pelo António Sérgio (Rádio Comercial na época) Heinz Reich (FM4 Viena), Roberto Paci Dalò (compositor, ver http://www.giardini.sm/rpd/frame.htm) e liderada por Fabrice L´Extrait (Marselha, La Friche Belle de Mai).
    Foi um momento inesquecível.

  3. Maria B on Janeiro 30th, 2009 22:15

    Espero que a reedição de Porno signifique uma melhor tradução…

  4. Ana Fernandes on Abril 3rd, 2009 16:08

    Caro José Mário Silva

    Como foi detectado pelo bibliotecário, andei no google à procura do site da quetzal. Nem vestígios… e aqui referia também que estava aqui em baixo: onde, Santo Deus?
    Só encontrei o blogue mas tem poucos links e os que tem não funcionam. Será de propósito?
    Depois andei na bertrand, porque referiam num outro site que a nova quetzal era um projecto da bertrand e do círculo de leitores. Nem vestígios…
    Sem dúvida, não dou para detective! Estou a tentar linkar no blogue e vou ter de deistir.
    Agora, aproveito para lhe dar os parabéns pelo bibliotecério! Vou linká-lo também! Nem sei porque não vim aqui antes, pois já li e ouvi sobre este blogue em muitos lugares e sempre de forma muito elogiosa! Está comprovado!
    Cumprimentos
    Ana Silva Fernandes

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges