Livros de Herta Müller editados em Portugal

São dois: O homem é um grande faisão sobre a terra, com tradução de Maria Antonieta C. Mendonça (Cotovia, 1993); e A terra das ameixas verdes, com tradução de Maria Alexandra A. Lopes (Difel, 1999).



Comentários

5 Responses to “Livros de Herta Müller editados em Portugal”

  1. António David on Outubro 8th, 2009 11:58

    Nenhum dos livros mencionados constam dos respectivos catálogos on-line das duas editoras. Aliás, nem o nome da laureada se encontra entre os autores publicados pelas mesmas. Suspeito, no entanto, que tudo isso vá mudar nos próximos… minutos?

    • PedroL on Outubro 8th, 2009 15:21

      Olá José, td bem? Para mim foi uma surpresa a atribuição do Nobel a Herta Muller. No entanto, acaba por ser “refrescante” ser uma figura tão “unexpected” não? Uma pergunta que me surgiu da leitura do teu prognóstico. É possível e já foi atribuído algum prémio Nobel póstumo?
      Entretanto estou a ler o “2666″. Ainda estou na primeira parte e estou a adorar. Fartei-me de rir com o “incidente” do Espinoza e Pelletier com o taxista paquistanês…

      • Gerana Damulakis on Outubro 9th, 2009 1:22

        Por aqui, o livro O compromisso, com tradução de Lya Luft, pela Editora Globo, em 2004.
        Voltei a postar, mas ainda sem texto, somente imagem, mas os aficcionados por imagens dizem que cada imagem vale mais do que mil palavras.
        Primeiramente, coloquei aquele óleo sobre tela de Caprav, O paraíso segundo Borges, pois era como eu estava me sentindo: entre livros. Ninguém entendeu, pensaram que o blog tinha voltado. Coloquei os vencedores do Prêmio Jabuti, um dos mais importantes das letras brasileiras, sem texto. Sigo sem texto. Agora, postei Herta Müller.

        • José Mário Silva on Outubro 9th, 2009 7:52

          Gerana,

          Não resisto a “roubar” o quadro do Borges aqui para o blogue.
          ;)

          • Gerana Damulakis on Outubro 9th, 2009 14:34

            Fez muito bem.

            Leia os últimos textos publicados
            «Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges