‘Madrigal’

Tomas Tranströmer lê um poema de Tomas Tranströmer.



Comentários

2 Responses to “‘Madrigal’”

  1. Luís Costa on Outubro 6th, 2011 23:00

    Belo poema que tentei mudar para português: http://legantdecrin.blogspot.com/2011/10/um-poema-de-tomas-transtromer-viii.html
    De facto Tranströmer é um dos poetas maiores da poesia universal. Desde há muitos anos, juntamente com outro grande poeta: o sírio Adonis, um dos poetas favoritos ao Nobel. Depois de tantos anos de abstinência a poesia volta a Estocolmo na voz deste grande poeta. Evoé!

  2. “Tudo está vivo, tudo canta, serpenteia, abana e rasteja” | Bibliotecário de Babel on Outubro 7th, 2011 15:13

    […] ‘Madrigal’ […]

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges