María Kodama fala com Saramago sobre Borges

A Fundação José Saramago, com o apoio da Biblioteca Nacional e a colaboração da Editorial Teorema, vai organizar um encontro entre María Kodama, viúva de Jorge Luis Borges, e José Saramago, durante o qual conversarão sobre a figura e a obra do autor de O Jardim dos Caminhos que se Bifurcam. O encontro acontecerá no Anfiteatro da Biblioteca Nacional, dia 20, sexta-feira, pelas 18h30, e contará ainda com a presença de dois dos tradutores das Obras Completas de Borges, editadas pela Teorema/Círculo de Leitores (Fernando Pinto do Amaral, poesia; e José Colaço Barreiros, prosa).



Comentários

4 Responses to “María Kodama fala com Saramago sobre Borges”

  1. Rui Almeida on Junho 12th, 2008 19:06

    Desculpa a picuinhice, ZM, mas acho q em rigor devias dizer “dois DOS tradutores”. É q são alguns mais os tradutores das obras compiladas naqueles quatro volumes, sendo q Serafim Ferreira é o único tradutor das “Obras em colaboração”.

  2. José Mário Silva on Junho 12th, 2008 19:20

    Obrigado, Rui. Tens toda a razão. Já fiz a emenda.

  3. diga cultura on Junho 12th, 2008 19:33

    María Kodama fala com Saramago sobre Borges

    A Fundação José Saramago, com o apoio da Biblioteca Nacional e a colaboração da Editorial Teorema, vai organizar um encontro entre María Kodama, viúva de Jorge Luis Borges, e José Saramago

  4. Patrícia on Junho 12th, 2008 22:22

    Poderá ser interessante. Só lamento que o evento decorra no auditório da Biblioteca Nacional (BN). Motivo: excesso de barreiras arquitectónicas. Nem é preciso andar em cadeira-de-rodas – basta uma «simples» perna (temporariamente) partida – para não se conseguir transpor a escadaria exterior de acesso ao auditório. E pelo interior do edifício, idem. Escadas, sem corrimão, quanto mais rampa! Não é o único organismo público nestas circunstâncias. Sei-o bem. Mas, a insensibilidade reinante na BN (que já senti ao vivo e a cores) apavora-me! Fala-se muito em «acessibilidades», em ano europeu para o diálogo intercultural… trálálá… sim, sim, se não estivesse demasiado cansada, talvez, me deixasse cativar por essas deprimentes «histórias de encantar»…

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges