Comentários em: Menos de mil http://bibliotecariodebabel.com/geral/menos-de-mil/ Sobre livros e literatura, autores e editoras. Por José Mário Silva. Sat, 06 Aug 2016 10:41:35 +0000 hourly 1 http://wordpress.org/?v=4.2.1 Por: pedro http://bibliotecariodebabel.com/geral/menos-de-mil/comment-page-1/#comment-19107 Wed, 18 Mar 2009 23:22:41 +0000 http://bibliotecariodebabel.com/?p=3582#comment-19107 Chama-se vocabulário “básico” precisamente porque…

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Por: João Pedro da Costa http://bibliotecariodebabel.com/geral/menos-de-mil/comment-page-1/#comment-19103 Wed, 18 Mar 2009 11:55:51 +0000 http://bibliotecariodebabel.com/?p=3582#comment-19103 Pois, este Anselmo Borges não dá ponto sem nó.

Facto: um falante eloquente de Português utiliza no máximo 4000 a 5000 palavras do seu léxico (o valor é sensivelmente o mesmo para os falantes das restantes línguas). Que o Português básico represente 20 a 25% desse valor é uma percentagem absolutamente aceitável (e recomendável).

Depois, como é óbvio, a riqueza de uma língua não se mede apenas no seu léxico. Seria extremamente importante percebermos, por exemplo, o que os falantes «básicos» do Português fazem com essas 1000 palavras do ponto de vista sintáctico, semântico e pragmático. Seguindo o critério do Anselmo Borges, poetas como o Eugénio de Andrade ou o Luís Miguel Nava são poetas básicos na medida em que os respectivos vocabulários / léxicos são extremamente reduzidos…

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Por: Mariana Avelãs http://bibliotecariodebabel.com/geral/menos-de-mil/comment-page-1/#comment-19091 Tue, 17 Mar 2009 15:26:27 +0000 http://bibliotecariodebabel.com/?p=3582#comment-19091 há uma diferença substancial entre um falante e um dicionário, certo? e ainda bem… assim podemos ir comunicando.
existem muitas expressões que (ainda?) nem estão lexicalizadas em dicionário nenhum e que os falantes usam, muito competentemente (tens twittado muito, ou preferes a blogosfera?) fazem parte do «português básico» que este senhor se lembrou de decretar?
e a extensão do léxico é medida de quê? o uso da sinonímia, por exemplo, pode ser muito positivo num registo literário, mas não necessariamente em texto jornalístico ou publicitário.
há sempre alguém a passar atestados de pobreza à língua (e de estupidez a toda a gente, por acréscimo). como linguistas, deviam descrever fenómenos, não tecer comentários valorativos (e sem qualquer rigor científico) sobre eles.

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