Mesa 3 do FLM: “Éramos violentos e não sabíamos”

«Como a poesia pode mudar a nossa vida», discutem Yang Lian, Fernando Pinto do Amaral, Francesco Benozzo, Jaime Rocha, Barry Wallenstein e João Carlos Abreu. Modera a conversa Donatella Bisutti.
Algumas frases:

«O trabalho do poeta é exercer violência sobre a linguagem»
Barry Wallenstein

«A palavra é capaz de matar e ressuscitar uma pessoa»
João Carlos Abreu

«A poesia é o balastro que mantém o nosso barco estável»
«Eu sou dissidente da China mas não da língua chinesa»
Yang Lian

«Para mim a poesia é escrever o que não se vê, o que está para lá do visível»
«A descoberta dos primeiros livros do Herberto Helder mudou a minha vida. Era de uma beleza obscura, de uma violência, de uma força tão grande que me fez trocar o teatro pela poesia»
Jaime Rocha

«A poesia, a literatura, como toda a arte, devem ser inquietude»
Fernando Pinto do Amaral

«O poeta tem de lutar contra as rotinas da sua percepção»
«A linguagem foi criada para prevenir o ataque de uma realidade que nos ameaçava»
Francesco Benozzo



Comentários

3 Responses to “Mesa 3 do FLM: “Éramos violentos e não sabíamos””

  1. Marlene on Março 18th, 2012 20:07

    Mesa 5 do FLM: “Éramos originais e não sabíamos”

    “Nós somos originais se não nos preocuparmos em sermos originais” (José Mário Silva)

    : )

  2. fallorca on Março 21st, 2012 12:38

    E quando é que pões termo a esta violenta pausa no blogue? Ou não sabias? :)

  3. oo on Março 22nd, 2012 17:07

    Que grande amontoado de lugares-comuns!

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges