Mudanças à vista no Instituto Camões

Simonetta Luz Afonso vai deixar o cargo de presidente da entidade responsável pela promoção da língua e cultura portuguesas no mundo. Quem virá a seguir?



Comentários

5 Responses to “Mudanças à vista no Instituto Camões”

  1. Maria Ferreira on Agosto 29th, 2008 17:07

    Deve ser o Prof. Carlos Reis.

  2. educacaocorderosa on Agosto 29th, 2008 19:51

    Ele bem que se anda a pôr em bicos de pés há uns meses… Teremos de ver o que decide o ministro da cultura, que fala como se tutelasse o IC. Alguém da esfera de influência da Gulbenkian? Provavelmente um político, para tratar da camisa de sete varas de conselho consultivo em que querem embrulhar a nova lei orgânica…

  3. Filipe on Setembro 22nd, 2008 15:00

    Também julgo que será o prof. Carlos Reis, pelo que paira no ar… mas, conhecendo aquela instituição como conheço – trabalhei lá vários anos – posso imaginar as movimentações internas que se estão a dar neste momento…

  4. Humberto Fatias on Abril 27th, 2009 12:08

    Tem piada que falei com um Filipe que trabalhou no Instituto Camões e ele disse-me que não tinha posto aqui nenhuma mensagem… mas ao longo da história do Instituto devem lá ter trabalhado mais Filipes (de nome e apelido).

    Mas que lá devem andar aos saltos e a tentar salvar a pele das asneiras que lá andaram a fazer, lá isso devem.
    Mas tenham calma que se há coisa para que não há pressa nenhuma é para tratar da língua Portuguesa no exterior. Não dá votos.

  5. Humberto Fatias on Abril 27th, 2009 12:18

    Mas a piada maior é que pensei que esta notícia fosse atual porque a mesma notícia saiu há dias no Público com data marcada para Maio… de 2009.

    Só agora vejo o quão verdade são as duas últimas frases da mensagem anterior… infelizmente, porque eu gostava de, neste caso, não ter razão.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges