Novidades da Dom Quixote para Outubro
Como de costume, Outubro é mês de novo romance de António Lobo Antunes: Que Cavalos São Aqueles Que Fazem Sombra no Mar? Eis a sinopse enviada pela editora:
«A acção decorre no Ribatejo, numa quinta onde se criam toiros. Uma mãe está a morrer e cada um dos filhos fala e conta a sua história, que se cruza com a história dos outros. Francisco, que odeia os irmãos e espera apropriar-se de tudo quando a mãe morrer; João, o preferido da mãe, pedófilo, que engata rapazinhos no Parque Eduardo VII; Beatriz, que engravidou e teve de casar cedo; Ana, a mais inteligente, drogada e frequentadora dos mais sinistros lugares onde se trafica droga.»
A outra aposta forte é em Luísa Costa Gomes, com Ilusão (ou o que quiserem), «um romance satírico sobre um homem à procura da realidade, no meio de tantos, tantos fantasmas, vozes sem corpo, corpos sem voz, e da multidão de desconhecidos que faz parte da nossa vida de todos os dias».
Das traduções, destaque para a biografia «tolerada» de Gabo (Gabriel García Márquez – Uma Vida), de Gerald Martin, que lhe dedicou 20 anos de trabalho; para o divertido Como Proust pode mudar a sua vida, de Alain de Botton; e para uma edição comemorativa dos 40 anos de Conversa na Catedral, de Mario Vargas Llosa.
Comentários
2 Responses to “Novidades da Dom Quixote para Outubro”
- Armando & Anthero em 6 de Setembro de 2010
- Sessão da tarde em 5 de Setembro de 2010
- ‘Ladrão de Cadáveres’ (Booktrailer) em 5 de Setembro de 2010
- Setembro em 5 de Setembro de 2010
- Bookgasm em 5 de Setembro de 2010
- Prémios Jabuti 2010 em 5 de Setembro de 2010
- Maravilhas da paternidade em 5 de Setembro de 2010
- Quatro poemas de José Emílio-Nelson em 5 de Setembro de 2010
- Era uma questão de tempo em 5 de Setembro de 2010
- A aliança das palavras em 4 de Setembro de 2010


Receba por e-mail
Facebook
Twitter
Delicious
DoMelhor
feed RSS
email diário






[...] Silva, no seu blog Bibliotecário de Babel, deixa duas breves sinopses: uma do novo romance de António Lobo Antunes, Que cavalos são aqueles [...]
Sim, é injusta e repetitiva a comparação, mas parece-me que o ALA tenta o seu “As I Lay Dying” neste seu último livro.