adobe photoshop cs3 extended tutorial Adobe Creative Suite 5 Web Premium Download adobe photoshop cs 2 download adobe photoshop elements 2.0 windows vista Adobe InCopy CS5 for Mac Download adobe acrobat 8 cheap adobe creative suite premium cs2 win Adobe Photoshop Lightroom 3 Download convert word to adobe acrobat adobe photoshop 5 0 free download Adobe Dreamweaver CS5 Download cropping jpegs in adobe illustrator 9.0 adobe illustrator number serial Adobe Creative Suite 5 Design Premium Download adobe photoshop for dummies dvd adobe acrobat v6.0 professional tryout Adobe Photoshop CS5 Extended Download adobe acrobat viewer 6 free adobe acrobat 7 reader Adobe Creative Suite 5 Master Collection Download adobe photoshop cs free trial adobe acrobat 7.0 professional crack download Adobe Acrobat 9 Pro Extended Download adobe store adobe acrobat capture adobe acrobat error 1321 Adobe Premiere Pro CS5 Download adobe photoshop product registration key adobe incopy cs v3.0 Adobe Illustrator CS5 Download adobe photoshop 4.0 tutorial

“O livro pediu para parar ali”

O Diário de Notícias publica hoje, nas suas páginas centrais, uma entrevista de Isabel Lucas a Pepetela. Começa assim:

«Quando terminou o romance Os Predadores disse que lhe apeteceu beber champanhe. No fim deste livro voltou a ter essa vontade?
Foi diferente. Este livro foi um jogo, espécie de brincadeira. Eu estava mais à vontade. Não estava tão agarrado à realidade. É ficção pura e quando terminei, pensei: “Isto até dava mais umas 800 páginas.” Mas tinha de parar. Foi um livro que não me custou escrever. Podia inventar as sociedades que quisesse e tive até uma certa pena de parar. No outro apeteceu-me beber champanhe talvez por saber que estava a fechar um ciclo. Houve um corte e um corte fundo.

E porque parou se o livro poderia ser o triplo?
O livro estava a pedir-me para parar ali.»

Continue a ler no site do DN.



Comentários

Comments are closed.

Leia os últimos textos publicados
«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges