O meu nome não é Dóris

É daqueles erros que só não acontecem a quem não faz revistas. Na edição de Abril da LER, a minha recensão ao livro Laços de Família, de Clarice Lispector (Relógio d’Água), foi atribuída a Dóris Graça Dias. Fica feita a ressalva: para o bem ou para o mal, o que ali está escrito só a mim compromete. E mesmo sem ter culpas no lapso, peço desculpas à Dóris pela involuntária usurpação da identidade.



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges