O que aí vem (Quetzal)
A Viúva Grávida, o mais recente romance de Martin Amis (tradução de Jorge Pereirinha Pires); Diários da Bicicleta, de David Byrne (trad. de Vasco Teles de Menezes); A Mecânica da Ficção, de James Wood (trad. de Rogério Casanova); Morrem mais de Mágoa, de Samuel Bellow (trad. de Lucília Filipe); Black Music, de Arthur Dapieve.
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8 Responses to “O que aí vem (Quetzal)”
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É uma pena que apenas se refira o tradutor de um dos livros.
Henrique,
É porque esse tradutor, ao contrário dos outros, não costuma traduzir (é uma novidade).
Se bem me lembro, não é uma estreia. Mas atenção: queria dizer que, independentemente da razão apontada, legítima e compreensível, até porque no teu blog tu fazes as referências que muito bem entendes e ninguém tem nada que ver com isso, eu queria mesmo dizer apenas que, para mim, é uma pena que apenas refiras o tradutor de um dos livros. As referências aos tradutores não são de descuidar. Nunca me aconteceu não comprar um livro simplesmente por ser traduzido por fulano de tal, mas acontece-me frequentemente comprar um livro por confiar mais na tradução deste ou daquele tradutor. Era só isto que eu pretendia dizer com o meu comentário. Por exemplo, gostava de saber (e hei-de saber) quem é o tradutor do livro do David Byrne.
Concordo contigo: as referências aos tradutores são uma questão de justiça (e por isso nas fichas das minhas recensões nunca me esqueço de os referir). Entretanto, a grande vantagem da blogosfera é que podes emendar ou acrescentar os posts, pelo que a dita injustiça já foi reparada. Relê o post e ficarás a saber, sem esforço acrescido, quem é o tradutor do livro do David Byrne.

Abraço,
ZM
Obrigado.
(Um exemplo: saber que o Jorge Pereirinha Pires é o tradutor do novo Amis deixou-me mais interessado no livro.)
P.S.: se assim o entenderes, podes apagar os comentários. Agora já não fazem muito sentido.
Não, Henrique, vou deixar os comentários. Funcionam como uma espécie de arqueologia do post.
E eu que li o texto, depois o primeiro comentário, e o segundo, fiquei baralhdada. Retornei ao texto, e vi lá o nome dos tradutores. Então pensei: ou estou eu vesga ou está o Henrique. Então continuei a ler e… eis a explicação. Nem eu nem o Henrique estávamos vesgos, afinal. Que alívio! É interessante manter os comentários, sim, porque obriga-nos a fazer um exerciciozinho extra.