O que lêem os críticos quando não são obrigados a ler (1)

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Pedro Mexia:

«Como é meu malfadado costume, trouxe para férias uma mala cheia de livros. Mas quase todos por razões de “trabalho”: críticas, crónicas, traduções e outras escritas in progress.
Dos que vieram sem nenhuma intenção especial, cito:

capa_amichai

The Selected Poetry of Yehuda Amichai

ovarybovary

Madame Bovary’s Ovaries. A Darwinian Look at Literature, de David P. Barash e Nanelle R. Barash

hurluberlu

L’ Hurluberlu ou le reactionaire amoureux, de Jean Anouilh

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Selected Stories, de Andre Dubus

Camilo

Os Narcóticos. 1º volume, de Camilo Castelo Branco

E daí, não se admirem se também escrever sobre estes cinco.»



Comentários

3 Responses to “O que lêem os críticos quando não são obrigados a ler (1)”

  1. oespectador on Agosto 8th, 2008 12:12

    E nem um livro de cinema… Para sub-director da Cinemateca, é algo estranho…

  2. anónimo on Agosto 8th, 2008 15:14

    Pedro, o cenário da fotografia parece um lugar “mal-visitado”, um pouco abordelado, frequentado por mulheres de má-vida … eheheh!
    Brincadeiras à parte: a selecção livreira é de primeira água.

  3. Blogue Rascunho.net » Blog Archive » «Crushed like a bug in the ground» on Agosto 8th, 2008 15:48

    […] os italianos 31Knots, etc. Pouco me atrevo a desbravar caminho por ali abaixo. Mas, hoje, lendo no Bibliotecário de Babel sobre «O que lêem os críticos quando não são obrigados a ler», a nova rubrica que José Mário Silva abriu com Pedro Mexia, decidi, pois, sentar-me, como estou, […]

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges