O texto telescópico

Começa com uma frase mínima. Três palavras: “I made tea.” Depois, à medida que clicamos, a coisa desdobra-se, estica, avança como a serpente largando sucessivas camadas de pele, abre-se em leque, palavras levando a outras palavras que escondem outras palavras. Não é bem hipertexto. É outra coisa. Talvez intratexto, texto dentro do texto.
Seja como for, há nesta criação de Joe Davis um enorme potencial literário, com muito campo aberto para os ficcionistas (e, em particular, os microficcionistas) explorarem.



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges