Ontem à noite

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Francisco José Viegas deu as boas-vindas e fez os agradecimentos a todas as pessoas envolvidas na operação 2666

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António-Pedro Vasconcelos leu uma das histórias da «Parte dos Críticos»

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Carla Bolito leu três fragmentos da «Parte de Amalfitano»

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José Eduardo Agualusa leu um fragmento sobre a célula comunista de Brooklyn, extraído da «Parte de Fate»

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Eu falei, em traços gerais, da escrita de Bolaño e daqueles que me parecem ser os três temas centrais de 2666: a Literatura, a violência (ou o Mal) e a loucura

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Soraia Chaves leu, da «Parte dos Crimes», uma passagem que descreve, de forma particularmente gráfica, um dos homicídios cometidos em Santa Teresa

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Carlos Vaz Marques escolheu um excerto da «Parte de Archimboldi», prova provada de que Bolaño foi um dos romancistas que mais desassombradamente escreveu sobre sexo

[Fotografias de Manuel Deniz Silva; excepto a última, que é de João Pereira]



Comentários

10 Responses to “Ontem à noite”

  1. Luís Fonseca on Setembro 26th, 2009 21:35

    Caro José Mário,

    Chega de “2666”. O que é de mais também satura.
    E esta sequência de fotografias não lembra ao Diabo. Bastava a da Soraia Chaves, mas bem tirada.
    Escreva sobre outros livros e quinzenalmente promova da mesma forma, uma edição recente que goste e admire.

  2. José Mário Silva on Setembro 26th, 2009 21:42

    Tenha calma, Luís. A obsessão ‘2666’, chamemos-lhe assim, está a chegar ao fim. Outras virão. A vantagem dos blogues é podermos ser obsessivos. E quando estiver farto, pode sempre fazer scroll.

  3. R.Joanna on Setembro 26th, 2009 21:45

    Tanto 2666 mais parece o Crepúsculo da gente adulta, e até tira a vontade de ler a possíveis leitores.
    Por favor, nem mais um artigo ou post sobre a obra prima, para descansarmos um pouco e daqui a uns tempos podermos lê-la em paz!

  4. R.Joanna on Setembro 26th, 2009 21:46

    Vi agora que não sou a primeira a manifestar esta opinião. Fico contente com as notícias do fim próximo. Mas depois, o que se segue?

  5. José Mário Silva on Setembro 26th, 2009 22:11

    Cara R.Joanna,

    A última coisa que eu desejo é “tirar a vontade de ler” um livro que tanto me entusiasma. Isso nunca.
    Embora seja irresistível explorar a possibilidade de infinitos desdobramentos de um mesmo tema que a Internet permite, tenho consciência de que o tópico ‘2666’ já atingiu a saturação. Depois de um último post sobre o assunto, que publicarei daqui a nada, largarei a presa (digamos assim).
    Quanto ao que se segue, respondo-lhe em três palavras: segue-se o Booker.

  6. Luís Fonseca on Setembro 26th, 2009 22:16

    E, porque não, o ” Sinais de Fogo ” de Jorge de Sena?

  7. José Mário Silva on Setembro 26th, 2009 22:30

    Porque já o li, Luís, há muitos anos. Mas posso voltar a ele um dia destes. Não deixa de ser uma boa sugestão.
    😉

  8. luisnunes on Setembro 26th, 2009 23:56

    Gostava de o ver escrever sobre Céline, mais concretamente sobre o livro Viagem ao fim da noite; um dos (meus) livros de sempre.

  9. C on Setembro 27th, 2009 12:33

    Na minha fase Bolaniana tenho apreciado o entusiasmo do Bibliotecario pelo livro e considero absolutamente normal que ele o manifeste, publicite e festeje como quer, onde quer e com quer. Um escritor não pode deixar-se apaixonar/extasiar por um livro? Ou tem que ser sempre com pinças, distanciamento e profissionalismo?
    Se o repetisse no Expresso já teria outros inconvenientes.
    E ainda que exista a filosofia do pragmático quando diz que cada coisa traz em si (ou induz) o seu contrário, penso que o José Mário devia ainda fazer mais um post sobre o livro só abandonando a questão quando ele próprio entendesse e sentisse como tal.
    Também ia nessa sugestão de Céline , a meu ver um escritor que ‘pesa’ muito para alguns, eu incluída.

  10. R.Joanna on Setembro 27th, 2009 14:49

    O Bolano será lido, portanto, daqui a um mesito ou dois, quando for saindo dos escaparates das livrarias ou ficando mais barato :)

    Aguardo o então Booker, cujo percurso venho seguindo aqui no Bibliotecário. Que aproveito para dizer, à parte uma pequena obsessão aqui e ali, é um excelente espaço para uma visita semanal (não quero enganar o José, fazendo-me passar por uma do “contragrupo do contra”).

    Cumprimentos

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges