Ouro fosco, cereja amarga
Foi quase. Sempre o quase. Com uma defesa remendada e sem ritmo (face a um Agüero em grande forma), mais o Izmailov de fora (logo ele, o motor da equipa), a passagem aos quartos-de-final pareceu-me desde logo dependente de um milagre. E ia quase acontecendo, o milagre. Quase, sempre o quase.
Vale-me o McEwan, que é muito bom e vou continuar a ler, não sem antes dar os parabéns, merecidos, aos meus amigos benfiquistas.
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8 Responses to “Ouro fosco, cereja amarga”
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“…não sei antes…”;
Não será “não sem antes…?
É o que faz ser adepto do SCP, tanta derrota perturba
E os parabéns são merecidos: conquistámos o hexágono!
lapso freudinano, zé mário? pareces ir dizer «não sem antes dar os parabéns, merecidos, aos benfiquistas» mas o que escreveste, de facto, foi: «não SEI antes dar os parabéns». é assim tão difícil?
psst, dr, Freud, bitte.
Já corrigi, já corrigi, caros lampiões.
Talvez tenha sido um lapso freudiano, admito. Mas duas coisas:
MCS: nós ontem não perdemos (e perturbado fiquei com o árbitro holandês que nos expulsou dois defesas na primeira mão, em Madrid).
Carlos: para quem aponta lapsos aos outros, devias ter mais cuidado com a forma como escreves “freudiano”.
Não percebo como se pode dar os parabéns a clubes rivais. Os clubes existem justamente para nos dividir. Não deitei foguetes com a eliminação do Sporting, mas confesso que exibiria um sorriso malicioso se o Marselha tivesse marcado um golo aos 90+5.
Ass: Um portista em terapia
Amanhã num jornal qualquer:
“Troca de acusações ortográficas entre José Mário Silva e Carlos Vaz Marques.”
Acho giras estas questões “freudianas” e estes lapsos calami… Quem os não dá?
Rui,
Mesmo se o Marselha marcasse um golo aos 90+5 minutos, o Benfica passaria na mesma. Além disso, fiquei contente porque o Benfica assim vai ter pelo menos mais dois jogos internacionais (talvez quatro ou cinco) e ficará mais cansado na ponta final do campeonato, que o Braga ganhará em igualdade pontual e com melhor desempate. Lindo, lindo, era o Benfica perder na mesma semana a final da Liga Europa e o Jorge Jesus transformar-se, de repente, de Messias em Peseiro.
Gonçalo:
Os jornais estão em crise e alguns publicam coisas absolutamente irrelevantes, mas não exageremos.
ahahah, «freudinano», escrevi eu. vou já daqui para o divã.