Palavra do ano

Depois de «esmiuçar» (2009), «vuvuzela» (2010), «austeridade» (2011), «entroikado» (2012), «bombeiro» (2013) e «corrupção» (2014), a Porto Editora anunciou que a palavra do ano 2015, segundo a eleição que levou a cabo, com 20 mil participantes, é «refugiado», com uns claros 31% dos votos (ver nota de imprensa aqui). Não se pode dizer que seja uma surpresa. E pelo menos é uma escolha séria. Num ano que assistiu a vários episódios de terrorismo e a um gigantesco deslocamento forçado de populações, seria ridículo que o vencedor fosse a palavra «festivaleiro»; ou, pior ainda, «bastão de selfie».



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges