Pequeno desabafo, dez segundos após a conclusão de 2666 (os primeiros nove segundos foram de silencioso êxtase)

Bolaño, Bolaño, Bolaño: meu filho da puta, meu cabrão, meu génio.



Comentários

12 Responses to “Pequeno desabafo, dez segundos após a conclusão de 2666 (os primeiros nove segundos foram de silencioso êxtase)”

  1. HMBF on Setembro 15th, 2009 0:42

    só por causa disto, vou comprar o livro. é a melhor crítica literária que li nos últimos, vá lá, 33 anos.

  2. João Ferrão on Setembro 15th, 2009 1:12

    E “meu semelhante, meu irmão”?

  3. Gerana Damulakis on Setembro 15th, 2009 1:25

    A verdadeira crítica: frase saída do êxtase. Adorei!!!

  4. Jorge A. S. on Setembro 15th, 2009 6:47

    Os meus nove segundos duram há seis meses!…génio!

  5. candida on Setembro 15th, 2009 13:46

    vou comprar o livro, prontos.

  6. fallorca on Setembro 15th, 2009 14:52

    HMBF espero lê-la no «Expresso», exactamente assim… o resto, é paleio 😉

  7. Paulo G. on Setembro 15th, 2009 18:21

    Estou a começar a desbastar as 898 pp da edição inglesa.

  8. Janaina Amado on Setembro 15th, 2009 20:03

    Ai que inveja de você, por já ter lido o livro…

  9. leal maria on Setembro 15th, 2009 20:35

    aí está uma critica literária que vai valer mais uns valentes “cobres” à editora do autor… eu vou ser uns dos contribuintes!

  10. Introdução à leitura de “2666″, de Roberto Bolaño – Milton Ribeiro on Setembro 16th, 2009 13:15

    […] tentativas talvez exageradas de arranjar-lhe um bom lugar na história da literatura, divulga-se opiniões de gente que leu (por mais amalucadas que sejam) e a cultura parece ser até assunto de conversa nas ruas. Isso em […]

  11. antonio duarte on Setembro 16th, 2009 16:51

    Preferia outro comentário mais definido.

  12. José Mário Silva on Setembro 16th, 2009 17:01

    António, pode lê-lo no sábado (‘Expresso’) e na terça-feira, aqui.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges