Poema a duas vozes

Miguel Cardoso e Catarina Nunes de Almeida lêem o poema As terríveis manhãs que se seguem, de Miguel Cardoso, no último ‘Verdes São os Cantos’ (sábado, 9 de Julho, no bar A Barraca).



Comentários

2 Responses to “Poema a duas vozes”

  1. xico on Julho 12th, 2011 0:21

    A melhor forma de fazer qualquer um detestar poesia. Insuportável.

  2. José Mário Silva on Julho 12th, 2011 8:58

    Opiniões.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges