Poesia em debate na Feira do Livro

Na próxima sexta-feira, a partir das 18h00, vou moderar um debate na Feira do Livro que tem como mote “Inventar espaços para a Poesia”. Convidados: Paulo Tavares (poeta e editor), Rui Almeida (poeta e blogger divulgador de poesia), Catarina Barros (livreira da Trama) e Sandra Silva (editora e co-organizadora do Festival Silêncio!). A conversa decorrerá na Praça Amarela, esperemos que sob agradáveis condições atmosféricas.



Comentários

6 Responses to “Poesia em debate na Feira do Livro”

  1. Giulia on Abril 27th, 2011 10:08

    Caro Amigo/Amig@,

    Livros existem para aventurarem-se de mão em mão, enchendo olhos e mentes, traspassando mundos vários, continentes distantes, até mesmo galáxias perdidas deste infinito Universo, sem respeitar nem mesmo as fronteiras do senhor Tempo.

    É com base neste espírito que Lisboa acaba de ganhar um novo Alfarrábio on-line. É o http://www.livrilusao.com, que vende livros usados e novos.

    No entanto, não queremos ser apenas um alfarrábio a mais. Para além de comprarmos, vendermos e trocarmos livros, buscamos também interagir com todos que queiram trocar ideias connosco sobre livros, artes em geral e tudo o mais relacionado com Cultura.
    Convidamos-te a visitar a nossa página e, se achar interessante, ajudar a divulgá-la, repassando esta mensagem para a sua lista de emails.
    Vamos dar continuidade à aventura dos livros!
    Obrigada,

    Giulia,
    Livrilusão

  2. csd on Abril 27th, 2011 13:12

    Olá José Mário. Aproveito para deixar os parabéns pela entrevista a Umberto Eco publicada na “Ler”. Está demais.

    csd

  3. José Mário Silva on Abril 27th, 2011 15:02

    csd,

    Ainda bem que gostaste, mas não fui eu que a fiz. Foi o Carlos Vaz Marques. O seu a seu dono.

  4. csd on Abril 27th, 2011 15:04

    ok…mea culpa!

    :-)

    csd

  5. José Mário Silva on Abril 27th, 2011 15:10

    Eu é que fico lisonjeado…
    :)

  6. csd on Abril 27th, 2011 15:18

    quelle gaffe…

    (glup…!)

    csd

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges