Pontos altos
«Os pontos altos da minha carreira nas artes foram:
1) Uma conversa com André Breton sobre as máquinas de jogos de Reno.
2) A descoberta de um extraordinário Tahiti de Gauguin, num castelo escocês em ruínas.
3) Uma tarde com Georges Braque que, de casaco de cabedal branco, boné de tweed branco e écharpe de chiffon lilás, permitiu que me sentasse no seu atelier, enquanto pintava um pássaro em pleno voo.»
[in Anatomia da Errância, de Bruce Chatwin, Quetzal, 2008]
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Zé Mário, além desses, acrescentaria o que considero como mais um dos pontos altos das minhas sucessivas releituras de Bruce Chatwin: “Um sítio para pendurar o chapéu”, o segundo texto do 1º. capítulo «Horreur au domicile», onde o papa-léguas “analisa” a «Anatomia da Errância».
Abraço