Prémio António Ramos Rosa para João Rui de Sousa
A quarta edição do Prémio Nacional António Ramos Rosa, instituído pela Câmara Municipal de Faro, acaba de distinguir o livro Quarteto Para as Próximas Chuvas, publicado pelo poeta João Rui de Sousa na Dom Quixote. Do júri, que decidiu por unanimidade, fizeram parte António Carlos Cortez, José Luís Louro e Pedro Ferré. As anteriores edições foram para Fernando Echevarria, Fernando Guimarães e Nuno Júdice. O prémio será entregue na próxima sexta-feira, dia 4, às 17h30, na Biblioteca Municipal António Ramos Rosa, em Faro.
Entretanto, Helder Moura Pereira venceu o Prémio de Literatura Casa da América Latina/Banif de 2009, pela «melhor tradução literária de escritores latino-americanos publicada em Portugal em 2007 e 2008». O trabalho escolhido, também por unanimidade, é a versão portuguesa do livro O Inútil da Família, do chileno Jorge Edwards, editado pela Assírio & Alvim.
Comentários
3 Responses to “Prémio António Ramos Rosa para João Rui de Sousa”
- Blogue Bizâncio em 10 de Fevereiro de 2012
- Ferreira Gullar ganha Prémio Moacyr Scliar em 9 de Fevereiro de 2012
- Logo à tarde em 9 de Fevereiro de 2012
- Maravilhas da paternidade em 8 de Fevereiro de 2012
- Poesia para respirar em 8 de Fevereiro de 2012
- A grande machadada em 8 de Fevereiro de 2012
- Bicentenário de Dickens em 7 de Fevereiro de 2012
- Pó dos Livros Vintage em 7 de Fevereiro de 2012
- Rui vs. Fernão em 7 de Fevereiro de 2012
- Hatchet Job of the Year em 7 de Fevereiro de 2012


Receba por e-mail
Facebook
Twitter
Delicious
DoMelhor
feed RSS
email diário






Curioso, há um amigo de António Ramos Rosa, que até fez com ele e com outros a revista Árvore, que tem um nome muito parecido: em vez de José Rui de Sousa é João Rui de Sousa. Mas a coincidência mais espantosa é que também ele, João, tem um livro recente intitulado Quarteto Para as Próximas Chuvas.
Ele há com cada coisa mais curiosa.
Absolutamente justo este prémio atribuído a João Rui de Sousa. Milhões de noites e de dias de parabéns a este homem discreto, belo, sensível e sabedor de tanto e tanto.
Era o nascer a morte quando chama
a vida para cantar. Era o doer
a dor quando alguém se ilude
supondo que o destino é uma tâmara.
Sónia Silva,
O lapso já foi corrigido. Obrigado pela atenção e pelo aviso.