Prémio Camões para Dalton Trevisan

O maior prémio literário de língua portuguesa foi atribuído hoje a um escritor brasileiro que nunca li, embora faça parte da minha lista mental de escritores-que-tenho-mesmo-de-ler-um-dia-destes. Espero suprir em breve esta lacuna, não pelo Camões, mas pela maravilha que já me disseram serem os seus contos.



Comentários

6 Responses to “Prémio Camões para Dalton Trevisan”

  1. Silvana Gentile on Maio 28th, 2012 22:11

    Como brasileira e divulgadora do teu blog em meus escritos e comunicações com os outros, dada minha admiração e respeito pelo teu trabalho, mas, sobretudo, porque sou uma devoradora de livros, sendo uma leitora contumaz, às vezes, confesso, me ressinto sobre a forma como faz referência ou comenta os escritos de autores brasileiros ou os próprios autores brasileiros. E, te digo, de coração, jamais ouvi coisa parecida por aqui sobre os escritos de autores portugueses ou os próprios escritores portugueses.

  2. Ricardo Assis on Maio 28th, 2012 23:08

    Quando alguém avançar pela publicação dos livros do DT em Portugal não se esqueça de avisar logo por aqui!

  3. José Mário Silva on Maio 31st, 2012 16:23

    Cara Silvana,

    Não percebo a que se refere. Pode ser mais explícita?

  4. José Mário Silva on Maio 31st, 2012 16:24

    Ricardo,

    Já há textos do Trevisan editados em Portugal, pela Relógio d’Água e pela Cotovia. Quando houver mais, claro que os anunciarei.

  5. Silvana Gentile on Junho 3rd, 2012 12:59

    Caro José Mário,

    Posso, claro. É essa atmosfera de desdém.

    Perceba: “O maior prémio literário de língua portuguesa foi atribuído hoje a um escritor brasileiro que nunca li, embora faça parte da minha lista mental de escritores-que-tenho-mesmo-de-ler-um-dia-destes.”

  6. José Mário Silva on Junho 6th, 2012 10:45

    Cara Silvana,

    Não vejo onde está o desdém. É verdade que ainda não tinha lido Trevisan e que ele fazia parte duma lista mental de autores obrigatórios ainda por descobrir. Entretanto, já li alguns dos seus contos (“Cemitério de Elefantes”) e confirmei que se trata de um extraordinário escritor.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges