Prémio Goncourt para Marie NDiaye

Hoje, durante o tradicional almoço no restaurante Drouant, em Paris, os membros da Academia Goncourt decidiram atribuir o mais importante prémio literário francês à escritora de origem senegalesa Marie NDiaye, pelo romance Trois femmes puissantes (Gallimard). A decisão foi tomada à primeira volta, quando NDiaye recebeu cinco votos, contra dois para Jean-Phillipe Toussaint (La vérité sur Marie, Éditions de Minuit) e um para Delphine de Vigan (Les heures souterraines, JC Lattès).
Entretanto, foram igualmente revelados os vencedores dos Prémios Renaudot. Ficção: Un roman français, de Frédéric Beigbeder (Grasset). Ensaio: Alias Caracalla: mémoires, 1940-1943, de Daniel Cordier (Gallimard). Renaudot Poche (para livros de bolso): Palestine, de Hubert Haddad (Zulma). Registe-se que o romance de Haddad já tem edição portuguesa, da Quetzal, com tradução de Ana Cristina Leonardo.



Comentários

2 Responses to “Prémio Goncourt para Marie NDiaye”

  1. Gerana Damulakis on Novembro 2nd, 2009 18:04

    Jean-Phillipe Toussaint me encantou. Li de uma sentada Fugir e Fazer Amor. Um estilo que leva o leitor pela mão com o foco no personagem em completa empatia.

  2. Prêmio Goncourt « Autores e Livros on Novembro 2nd, 2009 23:46

    […] Bibliotecário de Babel, foi noticiado o grande vencedor do ano do prêmio Goncourt: a escritora de origem senegalesa Marie […]

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges