Prémio Jabuti 2008

Já se conhecem os vencedores da edição deste ano do Jabuti, o mais prestigiado dos prémios literários brasileiros. Na categoria ‘Melhor Romance’ venceu O Filho Eterno, de Cristovão Tezza (Record), relegando O Sol se põe em São Paulo, de Bernardo Carvalho (Companhia das Letras/Cotovia) para o segundo lugar. Na poesia, ganhou O Outro Lado, de Ivan Junqueira (Record), enquanto Tarde, de Paulo Henriques Britto (Companhia das Letras), que tem merecido a atenção de Osvaldo Manuel Silvestre no blogue Os Livros Ardem Mal (I, II, III, IV e V), ficou em terceiro. Quanto a Maria Irene Ramalho Sousa Santos, a “nossa representante no Jabuti” (para citar outra vez Osvaldo Manuel Silvestre), não subiu ao pódio na categoria ‘Melhor Livro de Teoria/Crítica Literária’, que distinguiu Proust: A Violência Sutil do Riso, de Leda Tenório da Motta (Perspectiva), A Formação do Romance Inglês: Ensaios Teóricos, de Sandra Guardini Vasconcelos (Aderaldo & Rothschild), e Riso e Melancolia, de Sergio Paulo Rouanet (Companhia das Letras), por esta ordem.



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3 Responses to “Prémio Jabuti 2008”

  1. Bibliotecário de Babel – Gradiva vai publicar romance vencedor do Jabuti 2008 on Setembro 26th, 2008 13:26

    […] Filho Eterno, romance de Cristovão Tezza que acaba de ganhar o Jabuti na categoria Melhor Romance, sairá com chancela da Gradiva já em Novembro. O livro de Tezza, que narra a relação entre um […]

  2. Bibliotecário de Babel – Prémio PT de Literatura para Cristovão Tezza on Outubro 30th, 2008 8:00

    […] de ter ganho o prémio Jabuti para melhor romance de 2008, o escritor brasileiro Cristovão Tezza confirmou o favoritismo que lhe atribuíam e arrebatou, […]

  3. Bibliotecário de Babel – Capa portuguesa de ‘O Filho Eterno’ on Novembro 5th, 2008 18:23

    […] Tezza, é o mais premiado romance brasileiro dos últimos tempos (ganhou, entre outros, o Jabuti para Melhor Romance e o Prémio PT de Literatura). A Gradiva vai editar o livro em Portugal e os primeiros exemplares […]

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges