Prémio Literário Correntes d’Escritas/Casino da Póvoa para Gastão Cruz

O livro A Moeda do Tempo (Assírio & Alvim, 2006), de Gastão Cruz, é o vencedor por unanimidade do Prémio Literário Correntes d’Escritas/Casino da Póvoa 2009, este ano dedicado à poesia e com o valor de 20 mil euros. Do júri fizeram parte Ana Luísa Amaral, Casimiro de Brito, Fernando Guimarães, Jorge de Sousa Braga e Patrícia Reis. A lista dos outros 11 finalistas pode ser consultada aqui.



Comentários

7 Responses to “Prémio Literário Correntes d’Escritas/Casino da Póvoa para Gastão Cruz”

  1. cc on Fevereiro 11th, 2009 13:08

    finalistas derrotados? que dramatismo futebolistico…Até parece que não se sabe que o Gastão, que na minha opinião só escreve poesia medíocre, não tem sido muitas vezes levado ao colinho pelos “amigos”, como muitos outros…esta fachada dos prémios está sempre controlada…E é isso que mais entristece quem escreve E QUEM LÊ. Estamos longe da categoria e honestidade francesa… É colóquios juntos, membros da mesma direcção de fundações, artigos elogiosos and so on… E vocês haviam de ter visto o meu espanto quando no expresso de há umas semanas vi o antónio guerreiro, sim, aquele tapado que deve pensar que faz críticas melhor que o Eliot, anuncia um novo poeta (com livros não sei quê box) digno do apreço de todos…Quem lê os grandes poetas, repara logo na merda que por ali vai…Vontade de imigrar? Talvez…que país pequeno que somos…safa-se o herberto helder, o m. tavares…e o puto nuno viana… O tempo…esse…dar-me-á razão… Que falta faz um goncourt português…

  2. José Mário Silva on Fevereiro 11th, 2009 13:41

    Finalistas derrotados não é uma expressão feliz, realmente. Já a alterei. Quanto ao seu comentário, acho que mistura alhos com bugalhos e dispara em muitas direcções, mas sempre ao lado.

  3. Jonas Savimbas on Fevereiro 11th, 2009 15:44

    Alguém me explique a constituição do júri que tomou esta deliberação, mas, sobretudo, a presença da Patrícia Reis, uma ficcionista medíocre que de poesia deve perceber muito pouco. É porque tem um tacho com o casino da póvoa por causa da Revista Egoísta? Que credibilidade é que isto merece?

  4. cc on Fevereiro 11th, 2009 16:14

    Ao lado? na muche. Isto não é sítio para revelar o tamanho do icebergue. Mas sim para se vislumbrar umas pontas. Mas pensa que não compreendo a sua resposta? Claro que compreendo. A minha também não haveria de ser diferente sendo colega de uns e crítico literário. Eu contudo, conheço o sistema nas tripas e não faço vida com este meio. Estou livre e descomprometido. Continue com o bom trabalho. au revoir.

  5. Tappie Tapi tu on Fevereiro 12th, 2009 20:06

    de facto foi um espanto para mim quando vi esse juri…

    o Casimiro é um poeta fraco que tem andado à custa do Ramos Rosa e do Pen Club (vejam os ataques fundados do dr. Rui Costa à sua vaidade).

    mas o maior espanto é… Patrícia Reis:)

    mas que merda é esta?! Patrícia Reis?!

    ela de prosa já percebe pouco…que perceberá de poesia?

    o CC tem razão tb quanto ao António Guerreiro. Isto tudo é pessoal dos grupinhos e dos favores.

    o que vale é que as pessoas nao sao parvas.

  6. Jonas Savimbas on Fevereiro 13th, 2009 17:14

    Pim pam pum, cada bala mata um…

  7. Oscar on Fevereiro 13th, 2009 17:18

    Não digam mal do Guerreiro, é verdade que dá sono e não interessa a ninguém mas sabe mais do Walter Benjamin que o próprio defunto, pobrezinho.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges