Quando Bret Easton Ellis ataca David Foster Wallace

Aconteceu no Twitter. Ao ler a biografia de David Foster Wallace, de D. T. Max, o autor de Menos que Zero decidiu descarregar a sua fúria sobre o autor de Infinite Jest. Além de ver em DFW o escritor mais entediante, sobreavaliado e pretensioso da sua geração, Easton Ellis chega ao ponto de o considerar uma «fraude». A bílis recai também sobre os admiradores de DFW. Pela minha parte, os seis tweets resumem-se em três palavras: dor de cotovelo.



Comentários

5 Responses to “Quando Bret Easton Ellis ataca David Foster Wallace”

  1. hmbf on Setembro 8th, 2012 21:44

    Eh pá, eh pá, cuidado com isso. Tem de ser assim? Porquê dor de cotovelo? A mim chateia-me este tom recorrente de considerar dor de cotovelo as opiniões negativas que os escritores têm uns sobre os outros.

    Se o BEE não gosta do que o DFW escreveu ou da forma como tem sido promovido, é muito agradável que o diga assim, às claras. Melhor seria que essas “estrelas” todas que por aí andam seguissem o exemplo e se deixassem de palmadinhas hipócritas nas costas.

    Talvez exista algures uma outra vedeta que pense sobre o BEE o que este pensa sobre o DFW e vomite uns tweets ou lá o que é sobre o assunto. Depois tratamos-lhe dos cotovelos com aloe vera?

  2. gonçalo on Setembro 11th, 2012 14:53

    Concordo com o hmbf, não se apresse muito a fazer criticas, usualmente criticas apressadas e com pouco conhecimento de causa são injustas. Aqui explica-se um bocado melhor o porquê da situação.

  3. l on Setembro 13th, 2012 11:17

    curto bué qd n publicam comentarios

  4. José Mário Silva on Setembro 13th, 2012 15:06

    Como o das 11:17, l?

  5. José Mário Silva on Setembro 13th, 2012 15:08

    Henrique e Gonçalo,

    Eu também gosto de antagonismo e luta intelectual. Não me parece é que o Ellis quisesse fazer isso. No seu ataque, pareceu-me ver muito ressentimento e uma pontinha de inveja. Mas admito estar enganado.
    O texto sugerido pelo Gonçalo é muito bom e mostra bem o abismo que separa os dois escritores.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges