Regresso à ‘Montanha’

Depois de nos ter oferecido, em 2008, O Homem Sem Qualidades, de Musil, numa nova tradução de João Barrento, a Dom Quixote reincide nos grandes clássicos alemães do século XX com o romance A Montanha Mágica, de Thomas Mann, traduzido pela primeira vez em Portugal directamente da língua original (por Gilda Lopes Encarnação).
O livro estará disponível nas livrarias a 30 de Maio.



Comentários

7 Responses to “Regresso à ‘Montanha’”

  1. João on Abril 14th, 2009 16:21

    A edição da Livros do Brasil era traduzida do original.

  2. José Mário Silva on Abril 14th, 2009 17:12

    De certeza? O que digo no post vinha no comunicado da editora. Vou tentar confirmar.

  3. GONIO on Abril 14th, 2009 21:06

    Será criminoso confessá-lo, mas nunca li. Talvez seja agora, com versão renovada, numa banca da próxima feira do livro em Lisboa…

  4. João on Abril 14th, 2009 21:29

    Foi feita por Herbert Caro, um alemão a viver no Brasil (para fugir aos nazis). Pelo menos foi o que encontrei na internet.

  5. António on Abril 14th, 2009 21:34

    Curiosa escolha de palavras por parte da Dom Quixote. “A Montanha Mágica” já fora traduzida directamente para português por Herbert Caro. O erudito português brasileiro foi revisto por Maria da Graça Fernandes e publicado na Livros do Brasil, da qual conservo uma edição de 2001 muito gasta e consumida.

    Esta nova edição é efectivamente a primeira integralmente “traduzida em Portugal”, mas não já não será a primeira tradução directa.

    Seja como for, e tendo em conta a disponibilidade incerta dos Livros do Brasil, o anúncio de uma nova tradução só pode ser acolhido com entusiasmo.

  6. António on Abril 14th, 2009 21:35

    Mil desculpas pela repetição; parece que o João se adiantou enquanto eu ia à estante buscar o livro!

  7. João on Abril 15th, 2009 3:15

    É uma pena a edição da Livros do Brasil estar desaparecida, porque era uma boa tradução, mesmo que não fosse totalmente fiel à original.

    Thomas Mann deve vender bem, pelo menos muito mais que Steinbeck (que foi agora reeditado pela Livros do Brasil com umas capas bonitas). Ainda por cima agora, que Musil e Broch foram traduzidos novamente, despertando de novo o interesse pela literatura alemã (pelo menos na minha faculdade). Como é que a Livros do Brasil deixou cair esse escritor?

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges