Rubem Fonseca lê um soneto de Camões

O soneto Busque Amor novas artes, novo engenho, de Luís Vaz de Camões, lido por Rubem Fonseca nas Correntes d’Escritas.

[Um vídeo postado por Sara Figueiredo Costa no Cadeirão Voltaire]



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges