Se me permitem

Quero apenas dizer que o último dos poemas de Miguel-Manso transcritos no post anterior (intitulado Na morte da avó) é um dos melhores que me foi dado ler nos últimos 365 dias. Ou mais ainda.



Comentários

2 Responses to “Se me permitem”

  1. Antunes on Março 29th, 2010 10:17

    Sem dúvida que esse é um bom poema, tal como outros que saíram da mão do bardo. Mas nem todos. E continuo sem perceber porque considerou o outro comentário ofensivo.

  2. Rui Lage on Março 30th, 2010 12:26

    Concordo em absoluto. Já não punha os olhos num poema desta categoria faz tempo.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges