Se o excelentíssimo leitor tatuasse uma citação literária num braço ou nas costas, em estando para aí virado, qual seria?
A questão foi colocada no blogue de livros do New York Times. Assim: “What, in your book, are the most tattoo-able phrases or passages? And even if you’re not one to go under the needle, if you were to do it, hypothetically, what would your quote be?”
As respostas podem ser escritas, na caixa de comentários, em português.
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15 Responses to “Se o excelentíssimo leitor tatuasse uma citação literária num braço ou nas costas, em estando para aí virado, qual seria?”
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“The most sublime act is to set another before you.” (ibid.)
“The optimist proclaims that we live in the best of all possible worlds; and the pessimist fears this is true.” (James Branch Cabell)
Deixei de fora a primeira:
“You never know what is enough unless you know what is more than enough.” (William Blake)
navio, regresso, ulisses
“Eu é mais bolos” (Hermann José)
To be killed but not sacrifaced
Gosto tanto de implicar que faz medo.
Ficaria doente se não pudesse implicar.
Jakob von Gunten, Robert Walser
“Adio a hora de me falar.”
Clarice Lispector
“Comment oser un ‘nous’ sans trembler?”
Jacques Derrida
“Bem sei eu quem nom diz leli,
lelia doura,
demo x’é quem nom diz lelia,
edoi lelia doura.”
Pedro Eanes Solaz
Associate with he noblest people you can find. Read the best books. Live with the mighty, but learn to be happy alone.
Saul Bellow
“the noblest”, naturalmente.
“O primeiro passo para o falhanço é começar algo.” Homer Simpson.
Tal como um cão… e era como se esta verdade devesse sobreviver-lhe.
Franz Kafka
“Non! non, c’est bien plus beau lorsque c’est inutile!”
(Dos lábios do Gérard Depardieu em Cyrano de Bergerac, ao caior do pano e já caída a noite.)
Tal como um cão… e era como se esta vergonha devesse sobreviver-lhe.
Franz Kafka
Assim é que a tradução está certa. É a “vergonha” que sobrevive, não a “verdade”, como escrevi no comentário anterior.
“fail. Fail again. Fail better”
Mas provavelmente teria de arranjar forma de colocar as aspas só no segundo fail, já que o original é “try. fail again. fail better” (Samuel Beckett).
Em português? Controverso q.b…. talvez…
“Tentar. Falhar outra vez. Falhar melhor”