‘Shortlist’ do Prémio PT de Literatura 2010
Já foram anunciados os dez finalistas da edição deste ano do Prémio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa:
- Caim, de José Saramago (Companhia das Letras)
- Avó dezanove e o segredo do soviético, Ondjaki (Companhia das Letras)
- Outra Vida, de Rodrigo Lacerda (Alfaguara)
- Monodrama, de Carlito Azevedo (7Letras)
- Leite Derramado, de Chico Buarque (Companhia das Letras)
- O Filho da Mãe, de Bernardo Carvalho (Companhia das Letras)
- Pornopopéia, de Reinaldo Moares (Objetiva)
- Lar, de Armando Freitas Filho (Companhia das Letras)
- A Passagem Tensa dos Corpos, de Carlos Brito de Mello (Companhia das Letras)
- Olhos Secos, de Bernardo Ajzenberg (Rocco).
Entre os excluídos ficaram Rubem Fonseca (O Seminarista), João Ubaldo Ribeiro (O Albatroz Azul), Milton Hatoum (A cidade ilhada), António Lobo Antunes (que tinha duas obras na longlist: O meu nome é legião e Que cavalos são aqueles que fazem sombra no mar?), Mário Cláudio (Boa Noite, Senhor Soares), Mia Couto ( Antes de nascer o mundo, título brasileiro de Jesusalém) e José Eduardo Agualusa (Barroco Tropical).
Os três vencedores serão anunciados a 8 de Novembro.
[via Ciberescritas]
Comentários
2 Responses to “‘Shortlist’ do Prémio PT de Literatura 2010”
- Residências literárias em 21 de Maio de 2012
- Melancólicas criaturas em 20 de Maio de 2012
- Primeiros parágrafos em 20 de Maio de 2012
- Um rato através da anaconda em 20 de Maio de 2012
- Os reflexos do mal em 19 de Maio de 2012
- O que aí vem (Esfera do Caos) em 19 de Maio de 2012
- Camané no ‘Avenida de Poemas’ em 18 de Maio de 2012
- Amanhã, na secção de Livros do ‘Actual’ em 18 de Maio de 2012
- Juan Marsé: “Ao romancista não basta a realidade, ele tem de ir sempre um pouco mais além” em 18 de Maio de 2012
- Cinco poemas de Liberto Cruz em 17 de Maio de 2012


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Não li os outros, mas “Caim” está, intragável (e eu gosto de alguns dos livros de Saramago).
Espero que os restantes estejam superiores.
Não li todos, mas, dos que li “voto” no “Avó dezanove e o segredo do soviético”, do Ondjaki.