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«O ruído do lápis no papel é uma música celeste», Almeida Faria (mesa 1)

«O escritor é um roubador do fogo, quer criar o mundo, quer transformá-lo num objecto que os outros podem contemplar», Eduardo Lourenço (mesa 1)

«Somos todos loucos nesta mesa, mas cada um à sua maneira», Rubem Fonseca (mesa 1)

«Como tenho poucos leitores, todos os meus poemas são sempre inéditos», Luís Quintais (mesa 2)

«O fôlego do leitor é o ritmo do poema», Manuel António Pina (mesa 3)

«Há um desequilíbrio no universo: o bem tende para zero, o mal para infinito», Afonso Cruz (mesa 3)

«O escritor não é Ulisses, o escritor é a Penélope», Rui Zink (mesa 3)



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges