‘The Fantastic Flying Books Of Morris Lessmore’ (e-book trailer)

Eis que surge mais uma extraordinária aplicação do iPad que aponta novos caminhos para os e-books (neste caso, um livro infantil interactivo). E eu só posso dizer que os miúdos cá de casa andam doidos com o Morris Lessmore e os seus livros voadores.



Comentários

2 Responses to “‘The Fantastic Flying Books Of Morris Lessmore’ (e-book trailer)”

  1. Teresa Paixão on Junho 12th, 2011 20:23

    José Mário tal como os miúdos da sua casa fiquei doida com os livros voadores.
    E tal como o Joaé Mário não estou catastrofista em relação ao e.book.Apenas me preocupa um detalhe :não poder ligar o aparelho nos aviões na aterragem e descolagem, momentos em que estou tão tensa que só ler me tranquiliza ( morrer com um livro na mão afigura-se suficientemente glamoroso não acha? Além disso como não sei o tamanho das filas do céu e do inferno vou precavida para a espera )e o tamanho das letras ,é que cada vez vejo pior.
    Um abraço
    Teresa

  2. José Mário Silva on Junho 13th, 2011 11:52

    Teresa,

    Ontem à noite, voltaram a pedir o livro, mas desta vez exigiram que calasse o narrador americano e quiseram apenas ouvir a minha voz, em tradução automática. À vez, vão libertando os pequenos tesouros visuais do livro, com o mesmo encantamento da descoberta inicial, mesmo já sabendo o que vai acontecer.
    Uma das ironias deste livro é que aborda a paixão pelos livros em papel. É como se o e-book dissesse, à sua maneira, que a revolução tecnológica em curso nunca excluirá a maravilha que são os livros antigos, com os seus cheiros e murmúrios e «Zzzzzzzz» quando adormecem.
    Quanto à questão dos aviões, não me parece que seja impossível ler durante a viagem, mesmo durante a partida e a aterragem. Eu próprio já o fiz. No caso dos iPads e iPhones, basta colocar em modo «avião». No caso dos Kindles, basta desligar o wireless.
    Bjs,
    ZM

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges