‘The Joy of Unread Books’

Kirsty Logan disserta sobre a decisão de não ler certos livros, por receio de que eles fiquem aquém das expectativas. «No book is ever quite as good as it potentially could have been», resume. Um dos seus «unread books» é 2666, de Roberto Bolaño, sobre o qual escreve o seguinte:

«2666 is an obsessive and world-shifting epic. When I read it, I will be completely absorbed by it. It will be all I think about. It will affect my daily life in ways I can’t fully understand, and when I finish it I will have come to profound revelations about the nature of existence. I will finally understand all the literary theory I wrote essays on when I was at university.»

Quando um dia se decidir a mergulhar no romance de Bolaño, Logan descobrirá que ele é tudo o que antecipou (e muito mais).



Comentários

One Response to “‘The Joy of Unread Books’”

  1. cris on Maio 10th, 2010 11:35

    Quem me dera poder dizer o mesmo.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges