Tonino Guerra (1920-2012)

Morreu um poeta. Um poeta imenso. Sei que também foi um extraordinário argumentista, mas para mim ele será sempre o Tonino de Histórias para uma Noite de Calmaria, O Mel e O Livro das Igrejas Abandonadas. Pelo mundo inteiro, acredito que «choveram todas as pétalas» das cerejeiras em flor.



Comentários

Comments are closed.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges