Tudo e nada
Há semanas em que acontece tudo: fechos sucessivos e sobrepostos (Expresso + Ler + Expresso + continuação da Ler), longas sessões de tortura no dentista (ainda por cima para me colocarem uma coroa; a mim, o mais republicano dos republicanos), leituras a contra-relógio, encontros impossíveis de desmarcar, trabalhos de Natal para a escola dos miúdos, os próprios miúdos (coitados, ávidos de atenção), dezenas de outras coisas a que vos poupo, tudo culminando em dois clássicos do pânico civilizacional: ontem a água desapareceu das torneiras à hora do almoço e só voltou muito depois da hora do jantar; hoje foi ao quadro eléctrico que deu o badagaio, vítima dos muitos aquecedores acesos pela casa fora e a luz ainda não voltou (escrevo a uns quilómetros de distância, à espera de resolver o assunto por telefone).
Resumindo, há semanas em que acontece mesmo tudo. E por isso neste blogue não acontece nada (nada que se veja, porque os posts começados e incompletos continuam à espera, em draft). Lamento muito, I’m really sorry, désolé.
Comentários
8 Responses to “Tudo e nada”
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 29 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 22 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 16 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 9 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 2 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 25 de Novembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 18 de Novembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 11 de Novembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 4 de Novembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 28 de Outubro de 2016


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Nós esperamos. Vale a pena.
Ao menos as descargas histamínicas não lhe têm dado problemas.
Força nisso.
Não estou a ser irónica, mas se pensarmos naquele que é o «nosso» putativo rei, acho que COROA te ficava melhor a ti.
Quanto ao resto há semanas assim , parece que tudo quanto é estranho nos está reservado.
Calma, respira fundo, essa sucessão de acontecimentos vai passar e nós estamos à tua espera e não somos pessoas para desistir de ti
Se lavasses os dentes, poupava-se muita coisa
Não estás perdoado porque não há nada para perdoar, por isso as “atenuantes” invocadas são apenas notícias que não gostámos de ler.
Melhores dias virão, com água, luz, tempo.
É preciso manter a sanidade mental. Um blogue (por mais valioso que seja, por mais serviço prestado aos seus leitores) é um blogue. Não o podemos deixar humanizar (como o Hal do “2001” do Kubrick), ao ponto de sentirmos complexos de culpa por faltarem “actualizações”.
Ao fim e ao cabo, estás a trabalhar de forma benévola, não remunerada. Porque há muito trabalho num blogue com estas características.
Que nada te seja exigido.
Já é uma violência muito grande essa terrível obrigação de ler “à pressão”, por exigência profissional.
Sinto-me privilegiado como “cronista literário”. Traço os meus trajectos no que toca a lançamentos de livros, ando por onde me apetece. E depois acabo por escolher o que de mais relevante encontrei, sem essa pressão de ter de ler as últimas novidades, de mergulhar de cabeça em chatérrimos “tijolos”.
Ou seja, ando no meio dos livros ( e por cima, por baixo, dos lados…) sem a pressão de ter de os ler em determinado tempo. Porque até a “obrigação” de ler numa Comunidade de Leitores já pesa.
Sim. Não acontece nada mesmo. A não ser isso da luz, da água, chaves perdidas….bem às vezes a vida é feita disto, realmente por não acontecer mais nada de interessante. Já nem o Natal nos safa. Bem queriamos que fosse do tipo:” bom, pelo menos vem aí o Natal…blá blá blá” Damos por nós a pensar, quando muito:” ainda por cima vem aí o Natal….” tudo uma chatice!
ZM,
Um dia vais ter saudades DISTO TUDO. Parece-te inconcebível? Pois É inconcebível.
Única chatice: vais-te esquecer deste meu comentário, vais-te esquecer desta situação toda, saberás vagamente ainda deste blogue e já nem vais ter meios de lê-lo sequer. E até as saudades que tiveres – e vais ter – serão vagas, vaguíssimas.
Isto já adoçou alguma coisa, a falta de luz por exemplo?
Eu já estava a ficar preocupada com a ausência do blogger… Faz sempre falta!
Deixem o rapaz andar por “algures”, que bom bloger ao blog volta 😉