Um livro de Pedro Paixão gratuito (basta descarregar da Internet)

O livro A Cidade Depois, conjunto de 13 textos escritos em Nova Iorque por Pedro Paixão, logo após o ataque terrorista de 11 de Setembro de 2001 (a que se junta parte de um poema de Walt Whitman, traduzido por Paixão e Luís Quintais), está entre as obras recomendadas, este ano lectivo, aos estudantes do 10.º ano. Uma vez que o livro está esgotado, o escritor resolveu oferecê-lo no seu site. O download gratuito pode ser feito aqui.



Comentários

6 Responses to “Um livro de Pedro Paixão gratuito (basta descarregar da Internet)”

  1. benfiquista_liberal on Outubro 2nd, 2009 8:48

    Para proteger o chão da graxa, prefiro mesmo jornais com alguns dias …

    • Gaspar Matos on Outubro 2nd, 2009 9:06

      Grande dica! Obrigado!

      • Gaspar Matos on Outubro 2nd, 2009 9:53

        Postei, com a devida menção de responsabilidade: http://adrianepandora.blogspot.com/2009/10/cidade-depois.html

        Um abraço!

        • Paulo Alves on Outubro 2nd, 2009 12:03

          uma ideia genial, generosa de um génio que tem dias -quando escreveu isto, por exemplo, e que me apetece sempre voltar a ler e maçar os outros a faze-lo também:

          “Há dia, sabes, em que gostava de ser como o gato e que me tocasses sem desejar encontrar quaisquer sentimentos a não ser o que se exprime num espreguiçar muito lento – um vago agradecimento? – e que depois me deixasses deitado no sofá sem que nada pudesses levar da minha alma, pois nem saberias o que dela roubar. (Assinar a Pele, conto)

          • pedro paixao on Outubro 3rd, 2009 12:10

            muito obrigado, José Mário.
            pedro

            • Gerana Damulakis on Outubro 4th, 2009 19:15

              Gosto muito. Li A noiva judia e Saudades de Nova York. Não conheço A cidade depois.

              Leia os últimos textos publicados
              «Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges