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Um poema de Mário Cesariny

Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto tão perto tão real
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura

[in A Perspectiva da Morte: 20 (-2) Poetas Portugueses do Século XX, selecção e prefácio de Manuel de Freitas, Assírio & Alvim, 2009]



Comentários

3 Responses to “Um poema de Mário Cesariny”

  1. jack on Dezembro 3rd, 2009 19:51

    Veja só!!!!!!!!!!!!!!!

    • C on Dezembro 4th, 2009 19:43

      José Mário, sabe-se que acaba de chegar de Paris mas isto assim não se deve fazer, não se atira um poema desses, (intitulado ‘poema’ ), sem aviso prévio ao utente, do tipo ’sente-se, proteja a cabeça, vou atirar o Cesariny da página 66′- no meu caso do livro ‘UMA GRANDE RAZÃO’. E o da página 67 já tem mesmo causado algumas ‘mortes’, por via de tanta beleza. A beleza em excesso não é uma coisa manejável, é uma anestesia assustadora.

      • Poetriz on Dezembro 5th, 2009 21:50

        Lindos versos…

        Leia os últimos textos publicados
        «Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges