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	<title>Comentários em: Uma Casa para esquecer</title>
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	<description>Sobre livros e literatura, autores e editoras. Por José Mário Silva.</description>
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		<title>Por: Inês</title>
		<link>http://bibliotecariodebabel.com/geral/uma-casa-para-esquecer/comment-page-1/#comment-19008</link>
		<dc:creator>Inês</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 00:38:33 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigada por me teres respondido. Como deves calcular não ponho em causa a tua crítica. Aliás tenho-te em excelente conta enquanto jornalista e crítico literário. Compreendo a tua explicação mas continuo a achar que, dadas as limitações que os jornais cada vez mais têm, não se justifica dar tanto espaço a um assunto/pessoa.
Aproveito para dizer ao senhor João Almeida que as editoras não são instituições sem fins lucrativos. Não trabalho na Quasi nem sequer conheço o seu editor mas posso-lhe garantir que para ser possível a edição de autores como o valter hugo mãe, a Quasi necessita editar outros livros, porventura com menos qualidade, mas com mais potencial comercial. Deve-se passar o mesmo na sua profissão. Quantas vezes tem de fazer coisas que não gosta tanto para que lhe seja possível fazer outras que lhe dão verdadeiro prazer?&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada por me teres respondido. Como deves calcular não ponho em causa a tua crítica. Aliás tenho-te em excelente conta enquanto jornalista e crítico literário. Compreendo a tua explicação mas continuo a achar que, dadas as limitações que os jornais cada vez mais têm, não se justifica dar tanto espaço a um assunto/pessoa.<br />
Aproveito para dizer ao senhor João Almeida que as editoras não são instituições sem fins lucrativos. Não trabalho na Quasi nem sequer conheço o seu editor mas posso-lhe garantir que para ser possível a edição de autores como o valter hugo mãe, a Quasi necessita editar outros livros, porventura com menos qualidade, mas com mais potencial comercial. Deve-se passar o mesmo na sua profissão. Quantas vezes tem de fazer coisas que não gosta tanto para que lhe seja possível fazer outras que lhe dão verdadeiro prazer?
<ul></ul>
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		<title>Por: João Almeida</title>
		<link>http://bibliotecariodebabel.com/geral/uma-casa-para-esquecer/comment-page-1/#comment-19003</link>
		<dc:creator>João Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 18:17:05 +0000</pubDate>
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		<description>agora é que o José Catarino falou bem...&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>agora é que o José Catarino falou bem&#8230;
<ul></ul>
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		<title>Por: José Catarino</title>
		<link>http://bibliotecariodebabel.com/geral/uma-casa-para-esquecer/comment-page-1/#comment-19000</link>
		<dc:creator>José Catarino</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 15:28:40 +0000</pubDate>
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		<description>Há alguma evidência de que nos concursos e prémios literários o júri  leia (ou, pelo menos, folheie) as obras a concurso? 
Obrigado.&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguma evidência de que nos concursos e prémios literários o júri  leia (ou, pelo menos, folheie) as obras a concurso?<br />
Obrigado.
<ul></ul>
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		<title>Por: João Almeida</title>
		<link>http://bibliotecariodebabel.com/geral/uma-casa-para-esquecer/comment-page-1/#comment-18977</link>
		<dc:creator>João Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 22:17:03 +0000</pubDate>
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		<description>sim sim. quero mesmo acreditar que o jorge reis-sá não sabia (ou pelo menos não reconheceu) quem estava ali...

as edições Quasi eram boas era com o Valter Hugo Mãe. agora só pensam numa coisa: dinheiro e mais dinheiro.

quero ver quem ganha este ano. ai quero quero.&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sim sim. quero mesmo acreditar que o jorge reis-sá não sabia (ou pelo menos não reconheceu) quem estava ali&#8230;</p>
<p>as edições Quasi eram boas era com o Valter Hugo Mãe. agora só pensam numa coisa: dinheiro e mais dinheiro.</p>
<p>quero ver quem ganha este ano. ai quero quero.
<ul></ul>
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		<title>Por: José Mário Silva</title>
		<link>http://bibliotecariodebabel.com/geral/uma-casa-para-esquecer/comment-page-1/#comment-18976</link>
		<dc:creator>José Mário Silva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 21:09:00 +0000</pubDate>
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		<description>Já fui mais «agressivo», João. Acredita. Tão agressivo que o autor em causa me disse, uns anos depois, que tivera sorte em não me cruzar com ele naquela altura, porque o mais certo era atropelar-me ou dar-me um soco.
Quanto à comparação com o José Luís Peixoto, não faz sentido nenhum. Primeiro, porque é um bom livro de poemas. Segundo, porque a candidatura ao prémio foi feita com pseudónimo; o editor só descobriu que o vencedor era o JLP no momento em que abriram o envelope.&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já fui mais «agressivo», João. Acredita. Tão agressivo que o autor em causa me disse, uns anos depois, que tivera sorte em não me cruzar com ele naquela altura, porque o mais certo era atropelar-me ou dar-me um soco.<br />
Quanto à comparação com o José Luís Peixoto, não faz sentido nenhum. Primeiro, porque é um bom livro de poemas. Segundo, porque a candidatura ao prémio foi feita com pseudónimo; o editor só descobriu que o vencedor era o JLP no momento em que abriram o envelope.
<ul></ul>
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		<title>Por: João Almeida</title>
		<link>http://bibliotecariodebabel.com/geral/uma-casa-para-esquecer/comment-page-1/#comment-18974</link>
		<dc:creator>João Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 18:22:27 +0000</pubDate>
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		<description>nunca te vi ser tão agressivo face a uma obra, josé mario.
é o primeiro romance do autor. é natural ter falhas.

ganhou pelo seu mérito, errou também a editora ao não ter feito um trabalho de edição e de revisão...

admiro mt mais o Fernando Dinis, apesar das falhas, do que um José Luis Peixoto no prémio Daniel Faria o ano passado em que um elemento do júri era o seu editor, com interesse claro (económico) em que ele fosse o vencedor.

nessa altura, não te vi aqui tão escandalizado...

santa paciência.&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>nunca te vi ser tão agressivo face a uma obra, josé mario.<br />
é o primeiro romance do autor. é natural ter falhas.</p>
<p>ganhou pelo seu mérito, errou também a editora ao não ter feito um trabalho de edição e de revisão&#8230;</p>
<p>admiro mt mais o Fernando Dinis, apesar das falhas, do que um José Luis Peixoto no prémio Daniel Faria o ano passado em que um elemento do júri era o seu editor, com interesse claro (económico) em que ele fosse o vencedor.</p>
<p>nessa altura, não te vi aqui tão escandalizado&#8230;</p>
<p>santa paciência.
<ul></ul>
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		<title>Por: José Mário Silva</title>
		<link>http://bibliotecariodebabel.com/geral/uma-casa-para-esquecer/comment-page-1/#comment-18957</link>
		<dc:creator>José Mário Silva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 16:12:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://bibliotecariodebabel.com/?p=3442#comment-18957</guid>
		<description>Obrigado pela tua observação, Inês.
Não estás sozinha na tua perplexidade, pelo que aproveito a deixa para esclarecer uma aparente esquizofrenia. De uma maneira ou de outra, várias pessoas me perguntaram por que motivo escrevi no Actual o perfil de um escritor que, umas páginas mais à frente, desanco na área de crítica literária. A razão é simples: não misturo as duas coisas. Para a secção Frontal, dedicada a artistas que se destacam nas respectivas áreas, abordo o Fernando Dinis vencedor do Prémio FNAC/Teorema (distinção que merece, só por si, um tratamento jornalístico). Já na secção de livros, analiso o romance de Fernando Dinis que venceu o Prémio FNAC/Teorema. O facto de eu ter detestado o livro não invalida o facto de ele ter sido o vencedor do prémio. Ou seja, o interesse jornalístico em mostrar quem é, o que faz e de onde vem Fernando Dinis não desaparece, até porque a minha opinião é apenas a minha opinião (não coincidente com a de Carlos da Veiga Ferreira, Dóris Graça Dias, Rui Zink e talvez muitos outros leitores que descortinarão na obra os méritos que eu não descortinei).
Dito isto, é evidente que, ao sugerir a publicação do perfil de Fernando Dinis, eu estava disponível para gostar do livro. Na realidade, eu queria muito ter gostado do livro, até porque simpatizei pessoalmente com o Fernando Dinis. Se eu tivesse dado três estrelas e escrito um texto vago (como alguns fazem quando não querem dar opinião sobre um livro, para não se comprometerem ou para não ferirem os sentimentos do autor), ninguém acharia estranho. Mas prefiro lidar com essa estranheza a deixar de dizer aquilo que penso. 
Beijo,
ZM&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pela tua observação, Inês.<br />
Não estás sozinha na tua perplexidade, pelo que aproveito a deixa para esclarecer uma aparente esquizofrenia. De uma maneira ou de outra, várias pessoas me perguntaram por que motivo escrevi no Actual o perfil de um escritor que, umas páginas mais à frente, desanco na área de crítica literária. A razão é simples: não misturo as duas coisas. Para a secção Frontal, dedicada a artistas que se destacam nas respectivas áreas, abordo o Fernando Dinis vencedor do Prémio FNAC/Teorema (distinção que merece, só por si, um tratamento jornalístico). Já na secção de livros, analiso o romance de Fernando Dinis que venceu o Prémio FNAC/Teorema. O facto de eu ter detestado o livro não invalida o facto de ele ter sido o vencedor do prémio. Ou seja, o interesse jornalístico em mostrar quem é, o que faz e de onde vem Fernando Dinis não desaparece, até porque a minha opinião é apenas a minha opinião (não coincidente com a de Carlos da Veiga Ferreira, Dóris Graça Dias, Rui Zink e talvez muitos outros leitores que descortinarão na obra os méritos que eu não descortinei).<br />
Dito isto, é evidente que, ao sugerir a publicação do perfil de Fernando Dinis, eu estava disponível para gostar do livro. Na realidade, eu queria muito ter gostado do livro, até porque simpatizei pessoalmente com o Fernando Dinis. Se eu tivesse dado três estrelas e escrito um texto vago (como alguns fazem quando não querem dar opinião sobre um livro, para não se comprometerem ou para não ferirem os sentimentos do autor), ninguém acharia estranho. Mas prefiro lidar com essa estranheza a deixar de dizer aquilo que penso.<br />
Beijo,<br />
ZM
<ul></ul>
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		<title>Por: Inês</title>
		<link>http://bibliotecariodebabel.com/geral/uma-casa-para-esquecer/comment-page-1/#comment-18956</link>
		<dc:creator>Inês</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 15:25:06 +0000</pubDate>
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		<description>Zé Mário, pensei muito antes de deixar aqui a minha opinião. E peço-te que faças o exercício de me ver não como alguém que trabalha numa editora, mas antes como uma ex-jornalista e pessoa que muito estima o espaço nos jornais. Falo-te do espaço físico, aquele que te faz escolher entre editar uma coisa ou outra (ao contrário do blog onde se pode escreve o que se quer, onde o espaço é ilimitado). Mas voltemos ao que te queria dizer. A mim custa-me que a vontade de deixar bem claro o quão maus se acha um livro seja superior à tomada de consciência da importância do espaço. E passo a explicar-me. Nesta mesma edição do Actual, onde escreves esta crítica (que não contesto porque não li o livro e porque tenho os teus juízos em muito boa conta) dás duas páginas a uma entrevista a este autor. E aqui eu não posso deixar de pensar no porquê desta entrevista. Quando a comecei a ler achei que se tratava de algo extraordinário, porque o espaço é tão escasso que só algo muito bom o justificaria. E senti-me defraudada, enquanto leitora, pela entrevista e pelo espaço que lhe deste.
Um beijo
Inês&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Zé Mário, pensei muito antes de deixar aqui a minha opinião. E peço-te que faças o exercício de me ver não como alguém que trabalha numa editora, mas antes como uma ex-jornalista e pessoa que muito estima o espaço nos jornais. Falo-te do espaço físico, aquele que te faz escolher entre editar uma coisa ou outra (ao contrário do blog onde se pode escreve o que se quer, onde o espaço é ilimitado). Mas voltemos ao que te queria dizer. A mim custa-me que a vontade de deixar bem claro o quão maus se acha um livro seja superior à tomada de consciência da importância do espaço. E passo a explicar-me. Nesta mesma edição do Actual, onde escreves esta crítica (que não contesto porque não li o livro e porque tenho os teus juízos em muito boa conta) dás duas páginas a uma entrevista a este autor. E aqui eu não posso deixar de pensar no porquê desta entrevista. Quando a comecei a ler achei que se tratava de algo extraordinário, porque o espaço é tão escasso que só algo muito bom o justificaria. E senti-me defraudada, enquanto leitora, pela entrevista e pelo espaço que lhe deste.<br />
Um beijo<br />
Inês
<ul></ul>
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	<item>
		<title>Por: http://portaria-59.blogspot.com/</title>
		<link>http://bibliotecariodebabel.com/geral/uma-casa-para-esquecer/comment-page-1/#comment-18955</link>
		<dc:creator>http://portaria-59.blogspot.com/</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 14:36:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://bibliotecariodebabel.com/?p=3442#comment-18955</guid>
		<description>Peço ao autor deste blogue assim como aos seus leitores que participem neste projecto: http://portaria-59.blogspot.com/...e- portugal.html
cumprimentos a todos.&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Peço ao autor deste blogue assim como aos seus leitores que participem neste projecto: <a href="http://portaria-59.blogspot.com/...e-" rel="nofollow">http://portaria-59.blogspot.com/&#8230;e-</a> portugal.html<br />
cumprimentos a todos.
<ul></ul>
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