Livraria divina

A dupla holandesa Merkx + Girod venceu o prémio Lensvelt para Arquitectura de Interiores com este projecto:

livraria

É mesmo o que parece: uma livraria dentro de uma igreja. Melhor dizendo, uma livraria dentro de uma antiga igreja dominicana, em Maastricht.
Vista de outro ângulo:

livraria2

Espantoso, não acham?
Mais imagens e informações aqui (atentem no design e localização da cafetaria).



Comentários

13 Responses to “Livraria divina”

  1. Nicholas Edward on Dezembro 30th, 2007 23:26

    delicioso…
    Obrigado

    • marcelo on Dezembro 31st, 2007 10:52

      e-s-p-e-c-t-a-c-u-l-a-r. Parabéns pelo blogue e muito sucesso em 2008.

      • João André on Dezembro 31st, 2007 12:39

        Já lá estive, meu caro Zé Mário, já lá estive. Aliás, irei viver muito perto dela. Talvez te possa enviar alguma informação acrescida, se estiveres interessado.

        • José Mário Silva on Dezembro 31st, 2007 17:37

          Claro que estou, João André.

          • O Jansenista on Janeiro 1st, 2008 14:34

            Welcome! Deixo-lhe uma saudação de bibliófilo modesto lá no Ashram – recomendando-lhe uma visita a Afinidades Efectivas (um bibliómano erudito e profissional) e a Je Maintiendrai (outro bibliómano erudito com grands moyens). O Almocreve das Petas – verifico que já o detectou.

            • Bibliotecário de Babel » Blog Archive » Meme visual on Janeiro 2nd, 2008 12:37

              [...] recentes pablo muscillo em Hombre de BibliotecaO Jansenista em Livraria divinaAmadeu Baptista em Poema nono do ciclo ‘Negrume’, de Amadeu BaptistaFernando Venâncio [...]

              • AQF on Janeiro 3rd, 2008 0:55

                isto sim, é uma verdadeira biblioteca de babel.

                • Luciene on Janeiro 3rd, 2008 2:48

                  Linda!
                  Apesar de não ser religiosa, sempre gostei da tranquilidade das igrejas. E que lugar poderia ser melhor para uma livraria do que uma delas?

                  Para ficar perfeito, só mesmo se houver um café celestial por lá.

                  • Ágata on Janeiro 3rd, 2008 8:58

                    Não acredito: há semanas atrás sonhei com.

                    Uma igreja que era uma livraria…!

                    E era muito parecida com esta 0_0

                    Weird 0_o

                    • candida on Janeiro 3rd, 2008 22:45

                      é o máximo. linddddddaaaaaaaaaaa!
                      axim, até vou mais vezes à missa.

                      • maria diniz on Janeiro 7th, 2008 20:08

                        “piquei” as imagens por razões pedagógicas. e porque são bonitas. e porque o projecto é interessante, e adequado ao tempo que vivemos. revelador.

                        já o bar e a escolha da sua situação: clara vontade de provocação, marotice, paródia – demasiado legível, literal mesmo – muito mal mascarada de respeito na forma do balcão, no candelabro. aquilo que dantes se chamava desonestidade intelectual. acho. pena. a roçar a grosseria.

                        curiosamente, quando li, onde estava “livraria” vi sempre “biblioteca”. pareceu-me mais natural.

                        não sou crente. de todo. desde a idade pré-adulta. ou seja, desde sempre.

                        • Bibliotecário de Babel » Blog Archive » Um top-10 de livrarias on Janeiro 15th, 2008 16:20

                          [...] daquela extraordinária livraria de Maastricht que foi instalada numa igreja dominicana? O jornalista Sean Dodson, do The Guardian, colocou-a em primeiro lugar no seu top-10 das melhores [...]

                          • maria on Fevereiro 6th, 2008 18:31

                            Há nos templos o desejado encontro do sagrado silêncio. É também nos templos… que se cantam as palavras sagradas da Fé. o que seria da humanidade sem livros, sem palavras e sem templos ausentes de Fé?… através do Povo do Livro, ou antes ainda através do mote “Tikkun”- titulo da minha recente exposição-, e em tempo de pesquiza da proxima exposição… deparei nesta página! nesta imagem, onde o silêncio do templo sobrepõe o silêncio de cada livro, cujas palavras se encontram ou não aqui, ausentes de canto.

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