Uma nova rubrica

Vai chamar-se O que lêem os críticos quando não são obrigados a ler e pretende averiguar, em tempo de férias, quais os livros a que os profissionais da leitura se entregam por simples prazer, sem a deadline de uma recensão no horizonte.
O primeiro crítico a confessar-se, directamente do seu retiro estival, é o Pedro Mexia.

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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges