Uma oliveira carregada de poemas

Na véspera do 13.º Aniversário da entrega do Prémio Nobel de Literatura a José Saramago e no dia em que a Fundação Saramago celebra a vida e a obra de Tomas Tranströmer, a oliveira que acolheu as cinzas do autor de Memorial do Convento acordou coberta por poemas do autor sueco e exemplares do Discurso de Estocolmo (proferido em Dezembro de 1998), em português, espanhol e inglês, «para que sejam lidos, levados e partilhados».



Comentários

2 Responses to “Uma oliveira carregada de poemas”

  1. Luís Bento on Dezembro 10th, 2011 11:22

    Apraz-me a evolução e o nível de excelência atingido por este espaço.

  2. angelina Pereira on Dezembro 10th, 2011 12:24

    Que instalação tão cheia de beleza e poesia!

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges