Eleições literárias

Quais são as melhores descrições de processos eleitorais em livros de ficção? No The Guardian, John Mullan escolheu dez. Há Shakespeare (Coriolanus), há Dickens (The Pickwick Papers, recentemente publicado pela Tinta da China), há George Eliot (Middlemarch), há Henry James (The Tragic Muse). E há também Saramago (Seeing, tradução de Ensaio sobre a Lucidez).



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges