Enrique Vila-Matas face a ‘Finnegans Wake’
«Como tengo insomnio, pasaré la noche con mi lenguaje nocturno. Me entretengo imaginando que soy un crítico, un especialista en ficción crítica. Y también imagino que me he pasado media vida leyendo Finnegans Wake en una edición de Faber and Faber de 1939, siempre acercándome a ella con cautelosos sorbos, porque esta última novela de James Joyce no es para leerla de un tirón, sino para abrirla en cualquier parte y sumergirse en su fascinante pluralidad, ambigüedad y lúdica riqueza. Siempre que me acerco al Finnegans lo hago sabiendo que estoy ante el más denso de los tapices y con el temor de que una vez más, como lector, me llegue una sensación, primero, de estar al borde del colapso y, después, el colapso mismo.»
É uma crónica do autor de O Mal de Montano, no suplemento Babelia, do El País. Continuar a ler aqui.
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Enrique Vila-Matas é simplesmente ótimo. Seus livros, ao contrário da loucura escrita por Joyce, podem ser lidos de uma sentada, dados o prazer da leitura que suscitam e a admiração pelas histórias contadas.