Máquinas de escrever
Simenon, diz-se, era um escritor capaz de escrever em qualquer lugar a uma velocidade vertiginosa. Lembro-me de ter lido algures que ele chegou a subir a um palco onde, para espanto do público que se ia revezando na plateia, dactilografou um romance inteiro da primeira à última página (mas isto é capaz de ser lenda). Na mesma linha, embora com menor fúria criativa, parece estar Alain de Botton, que se instalou no novo Terminal 5 do aeroporto de Heathrow para redigir, in loco, um livro numa semana.
Comentários
2 Responses to “Máquinas de escrever”
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 29 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 22 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 16 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 9 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 2 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 25 de Novembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 18 de Novembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 11 de Novembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 4 de Novembro de 2016
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Não é lenda, não: o episódio vem contado na biografia de Simenon, de Pierre Assouline: era uma caixa de vidro onde Simenon se instalou para escrever um livro à vista de toda a gente.
OK, Francisco, ainda bem que confirmas. Havia qualquer coisa de Houdini em Simenon, mas um Houdini discreto (perdoem-me o oxímoro).