Nova Iorque, poetas e martinis

Santiago Gamboa faz hoje, no suplemento Babelia, uma aproximação alcoólica e literária à Big Apple, envolvendo um poema de Dorothy Parker, os braços tatuados com frases de Kurt Vonnegut de uma empregada de mesa e a descoberta de uma elegia de Marya Zaturenska, batida à máquina numa Remington e escondida numa edição de Catulo à venda por um dólar num alfarrabista.



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges